Dúvidas

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PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE TENEPES

 

01. Acidentes de percurso. Como evitar acidentes de percurso resultantes de atividades assistenciais, por exemplo, a tenepes?

R. A profilaxia dos acidentes de percurso passa, em primeiro lugar, pela pensenidade do(a) tenepessista e, em seguida, pela auto-organização e pela autoconfiança com base na lei de causa e efeito. O(a) tenepessista deve priorizar ortopensenes, pensamentos retilíneos e cosmoéticos, com a higiene mental e o discernimento a respeito dos autopensenes. Vale estabelecer o hábito de pensar no conteúdo dos próprios pensamentos, e promover a auto-organização relativa à intrafisicalidade, à  bioenergética, à mentalsomática e ao parapsiquismo, com a rotina útil e hábitos saudáveis. Primar pela segurança das pessoas que circundam sua vida. Por fim é importante considerar a lei de causa e efeito, cada fato tem uma causa, e toda vivência resulta dos próprios esforços.

02. Animismo. Qual a orientação para a pessoa que faz tenepes há alguns anos e tem dificuldades para realizar a passividade ativa? Como diminuir o animismo na tenepes?

R. A evolução da tenepes não depende da diminuição do animismo mas, prioritariamente, da expansão do parapsiquismo lúcido. A orientação é calar os pensamentos e silenciar a mente para ampliar a sinalética energética e parapsíquica, permanecendo em estado de passividade alerta e aprendendo a interagir com os amparadores. No dia a dia, fora do horário da tenepes, é importante observar e registrar as interações com amparador de função, pois ajuda a estabelecer o transe consciente e amplia a afinidade com o amparo.

03. Anotações. O Manual da Tenepes sugere a realização de anotações em diário das atividades da tenepes. Para que ocorra maior sistematização quais os itens a serem observados?

R. Na tenepes, é fundamental o(a) tenepessista criar a organização de seu registro que melhor atenda à interassistencialidade e à autopesquisa. Contudo, alguns itens podem ser sugeridos, por exemplo: data, hora, condições climáticas, estado intraconsciencial do(a) tenepessista, fenômenos energo-parapsíquicos da sessão em questão e as ideias ocorridas durante a tenepes, por exemplo, as neoideias do tema de pesquisa e as que dizem respeito às reciclagens intraconscienciais do praticante.

04. Artes marciais. A prática de artes marciais é incompatível com a tenepes?

R. Sim, é incompatível. Dentre outros motivos, as artes marciais, ao estimularem a autodefesa pela agressividade atuam contra a própria consciência. A primeira prática apresenta o holopensene bélico e a segunda, o holopensene pacifista.

05. Assédio interconsciencial. Apesar de estar fazendo a tenepes com disciplina de horário, tenho percebido assediadores, principalmente à noite. Como se trabalha com  os assediadores, principalmente os que dizem respeito aos filhos?

R. A conscin adquire gabarito para trabalhar de maneira lúcida com os assediadores na teática da Conscienciologia. O domínio consciente das energias conscienciais, ao modo do estado vibracional (EV) profilático, e a ortopensenidade constituem os primeiros passos para a auto e heterodesassedialidade. Desdramatizar lucidamente a presença de assediadores, incluí-los no rol dos assistidos, atender às solicitações dos amparadores, ainda que fora do horário da tenepes são providências inerentes ao desenvolvimento da assistência podendo qualificar o(a) tenepessista para tal serviço.

06. Atendimento. Qual a diferença entre a assistência prestada por meio de pedido formal seja verbal ou escrito e por simples evocação de pedido de tenepes?

R. Ambos podem efetivar a assistência e garantir qualidade no resultado. Porém, o pedido formal pode fixar melhor as energias devido à interlocução entre as consciências envolvidas, facilitando o rapport com amparadores.

07. Blindagem. Como é possível blindar o quarto de dormir se nesse quarto é o que eu e a minha dupla fazemos a tenepes?

R. A proposta da blindagem energética da alcova visa impedir a interferência tão somente de consciexes assediadoras, energívoras, no local. Os amparadores de tenepes dominam o ambiente do tenepessista e atuam interligados com o maximecanismo interassistencial multidimensional. O que impediria a presença dominante dos amparadores seriam as manifestações anticosmoéticas habituais do(a) tenepessista e não a blindagem energética com intenções assistenciais. O ideal é o local do Tenepessarium livre de interferências espúrias e o(a) tenepessista autoconfiante manter o equilíbrio afetivo-sexual do casal, facilitando o trabalho de assistência lúcida da tenepes.

08. Braços. Desde o início da tenepes, não há movimentação dos braços nem percebo amparadores. Percebo forte movimentação na cabeça como sendo pulsação no cérebro, pressão no frontochacra, pressão no tórax e zumbido nos ouvidos. Ora um calor intenso, ora muito frio. Uma onda gélida toca em toda extensão das pernas e pequenos toques no rosto. Às vezes, um ar frio sai de minha boca. Como posso avaliar minha tenepes?

R. As vivências relatadas caracterizam a tenepes no estágio avançado de acordo com o Manual da Tenepes. Vieira descreve 10 características das manifestações tenepessológicas próprias desse estágio e dentre elas menciona que as exteriorizações energéticas quanto ao soma, seriam mais através do tronco e da cabeça, e menos através dos braços e mãos. Porém, ressalta que tal condição avançada depende ainda das reações psicológicas do(a) praticante em seu relacionamento holossomático com o amparador ou amparadores (VIEIRA, 1995, p. 62 e 63).

09. Comoção pública. Pode ser considerada mudança no padrão de assistência o fato de aumentar a presença de consciexes energívoras, e também de consciexes com pensenidade altamente perturbada em períodos de grande comoção pública, carnaval e grandes festividades, por exemplo, natal e fim de ano? Ou seria essa condição específica inexperiência assistencial do(a) tenepessista?

R. Sim, pode ser considerada mudança no padrão de assistência o aumento de serviço nas tenepes nos períodos de comoção pública e conflitos planetários. É importante o(a) tenepessista permanecer atento(a) e mais disponível para os amparadores.

10. Condição. O que significa o(a) praticante sair da tenepes, no final de uma sessão, em condição pior do que quando entrou?

R. Significa que há algo errado e é o momento de revisitar todas as orientações básicas do Manual da Tenepes para confirmar seu real cumprimento. Também é válido ampliar a autocrítica reciclando os traços imaturos. Estudar se tal ocorrência é de fundo físico, energético ou emocional. Como técnica, o(a) tenepessista pode aplicar a reflexão de cinco horas ou laboratórios de autopesquisa disponíveis em campi conscienciológicos, com o foco na intenção de descobrir o que está dificultando a prática da assistência.

11. Conjunto. Há impedimento de duas pessoas amigas, ou componentes de dupla evolutiva, fazerem a tenepes no mesmo horário, em cômodos diferentes da mesma residência?

R. O ideal é em horários diferentes, principalmente no início da prática assistencial, durante o período de adaptação do(a) tenepessista. Contudo, desde que existam cômodos diferentes, não há impedimento de duas pessoas amigas ou componentes de dupla evolutiva fazerem a tenepes no mesmo horário.

12. Conscin trancada. A pessoa que se sente como conscin trancada deve fazer a tenepes?

R. A tenepes não é indicada para pessoa diagnosticada como sendo conscin trancada, que não tem interesse pela multidimensionalidade. Contudo, a pessoa interessada em tenepes deve investir na autopesquisa, fazer uso das técnicas conscienciométricas, realizar a consciencioterapia, promover reciclagens intraconscienciais, expandir o energossoma para iniciar as projeções energéticas, qualificando-se para a tenepessabilidade.

13. Consentimento. Seria cosmoético encaminhar para a tenepes o nome de alguém sem o seu conhecimento?

R. Sim, seria cosmoético. O valor da assistência não está na condução de protocolos e sim na intenção das conscins envolvidas na solicitação e no encaminhamento. É válido lembrar que um doente, conscin ou consciex, pode necessitar da interferência de pessoas sadias para se tratar ou dar entrada em um hospital ou comunidade extrafísica de atendimento, não estando em condições de tomar providência sozinha na recuperação da saúde.

14. Correios. Quando o pedido de tenepes vem com o endereço incompleto dificulta o trabalho dos amparadores? Existem amparadores técnicos em localização de consciexes, analogamente aos carteiros nos Correios?

R. Sim, dificulta, mas não impede a assistência. A energia do(a) assistido(a) permite sua localização. A assistência é definida pelo mérito das consciências envolvidas na questão: solicitantes, assistentes e assistidas.

15. Criança. Quais são os cuidados que se deve ter em relação à assedialidade quando se tem criança e animais domésticos em casa?

R. Os cuidados dependem do discernimento e do senso crítico do(a) tenepessista quanto à manifestação da saúde holossomática das crianças e qualidade das energias dos animais e plantas domésticas. O(a) tenepessista deve manter a observação constante da holosfera dessas pessoas e seres e, quando preciso, fazer o arco voltaico. Vale lembrar que o(a) tenepessista se torna mais responsável pela saúde energética dos circundantes.

16. Dependência. Como se evita a dependência do(a) assistido(a) na tenepes? É o amparador da tenepes que determina quem aparece ou as consciexes aparecem espontaneamente e todas são assistidas?

R. A conscin tenepessista não deve se preocupar com a possível dependência do(a) assistido(a) e nem tão pouco quem vai ou não ser atendido, pois cabe aos amparadores a organização e administração do serviço a ser realizado. Dessa maneira, as consciexes não aparecem espontaneamente para serem assistidas. Diferente do(a) tenepessista, os amparadores são portadores de informações a respeito de cada assistência e dominam a segurança no ambiente interdimensional do(a) praticante.

17. Depressão. A pessoa que sofre de depressão pode praticar a tenepes?

R. Não é indicada a prática da tenepes à pessoa com diagnóstico de depressão, até que supere efetivamente a sua condição.

18. Desamparo. O que levaria o(a) amparador(a) a deixar de acompanhar o amparando?

R. A opção do(a) amparando(a) pela prática habitual de atos anticosmoéticos resulta no afastamento dos amparadores.

19. Desassim. Comecei a fazer tenepes há um mês e há dias que ao terminar a tenepes não fico bem, às vezes, fico triste. Quando termina a tenepes, é necessário fazer desassim?

R. Sim, é fundamental fazer a desassim sempre que atuar no trabalho de assistência, movimentando as energias com vigor, instalando o EV e estabelecendo a higiene mental. É válido lembrar que os primeiros meses de prática da tenepes são, em geral, destinados à assistência ao próprio tenepessista e seu contexto. Sendo assim, a autoconfiança e a autodeterminação de propósito podem ajudar sobremaneira ao assistente jejuno a superar possíveis contrafluxos.

20. Despertador. Pode-se usar o despertador para avisar o término da prática?

R. O uso de despertador não é indicado na tenepes. Caso o(a) tenepessista tenha horário comprometido logo após a prática deve verificar a possibilidade de realizar a tenepes em horário mais adequado.

21. Dessoma. Após a dessoma do(a) tenepessista, pode continuar a ser procurado(a) pelas consciexes enfermas em busca de assistência?

R. Sim. Dependendo do nível de lucidez em que o tenepessista recém dessomado se encontrar poderá continuar a prestar a assistência imediatamente à segunda dessoma. A tendência é o tenepessista tornar-se um assistente profissional, aos moldes do seu amparador.

22. Dieta. Entre a condição de a dieta vegetariana ser mais cosmoética do que a carnívora e a necessidade de energias mais densas para o trabalho de assistência, como fica a tenepes? Entre ganhos e perdas o que seria mais cosmoético e assistencial?

R. Entre ganhos e perdas o mais cosmoético e assistencial é o(a) tenepessista respeitar os requisitos para viver com saúde consciencial e holossomática em alto nível de produção multidimensional, equilíbrio e anticonflitividade, a fim de colaborar com os amparadores em favor das consciexes assistidas e se isso significar o consumo de carne, você deve consumi-la.

23. Domínio. Qual é o nível mínimo de domínio energético necessário para o início da tenepes? A pessoa deve ter vivências de sinalética energética ou pode aguardar o desenvolvimento com o tempo?

R. O nível mínimo necessário para o início da tenepes é a conscin se reconhecer parapsíquica, com razoável domínio energético ao modo do EV profilático e com reais intenções assistenciais. A sinalética pessoal vai sendo desenvolvida à medida que a prática assistencial é realizada.

24. Ectoplasmia. Por que ocorrem na tenepes intensas exteriorizações de energias nas mãos e coceiras nas narinas?

R. Tais ocorrências evidenciam a presença de doação de ectoplasma. A energia consciencial, quando em determinado estado, semimaterial, é chamada ectoplasma. Esse padrão de energias serve de matéria-prima assistencial de grande valia para os amparadores técnicos atuarem a favor das consciências enfermas.

25. Eliminação. Quando o pedido de assistência pode ser suprimido ou eliminado da tenepes?

R. O pedido da tenepes pode ser eliminado da tenepes após aproximadamente seis meses ou de acordo com as inspirações dos amparadores. Depois da assistência, o ideal é queimar os pedidos evitando que energias negativas permaneçam gravitantes.

26. Estagnação. Qual a orientação a ser dada ao tenepessista de mais de dez anos de prática energética que não tem havido evolução?

R. Nesse caso, é válido considerar duas possibilidades: 1. Esse tenepessista não percebeu a autoevolução ou amadurecimento da intraconsciencialidade; 2. A expectativa que esse tenepessista fez sobre a evolução na tenepes era muito alta, e se frustrou com os resultados. Em ambas, parece faltar autocrítica do tenepessista para fazer a autopesquisa registrando sistematicamente a manifestação de antes de iniciar a tenepes e depois de dez anos de prática assistencial. A orientação para otimizar a autocura é a reciclagem intraconsciencial, mudança de pensenes, desassédio mentalsomático com a ajuda da heteroconscienciometria e da heteroconsciencioterapia.

27. Euforin. Às vezes, durante sessões da tenepes, sinto banho de energia que desencadeia a euforin. Há alguma técnica para não ficar com euforin ao sentir uma energia amorosa que acompanha alguns banhos de energia?

R. A euforin, proveniente da manifestação energética e afetiva dos amparadores, é considerada fenômeno sofisticado e homeostático. Dependerá da maturidade do(a) tenepessista a vivência da euforin com equilíbrio, permanecendo o mais discreto possível, tranquilo e reflexível, exteriorizando as energias a favor da assistência às consciências. Assim, poderá manter a euforin por mais tempo ampliando a autopercepção a respeito dos resultados da tenepes.

28. Exteriorização. Devo exteriorizar energias durante todo o tempo da tenepes ou somente no início e permanecer em passividade alerta o resto do tempo?

R. O prioritário ao tenepessista é exteriorizar energias, instalar o EV ao iniciar a tenepes e estabelecer contato estreito com amparador de função. Ao contatar a consciex amparadora deve seguir as orientações dela, que vão surgindo de acordo com a necessidade da assistência do momento. O ideal é o(a) tenepessista não estabelecer o padrão único de comportamento uma vez que a necessidade assistencial depende em primeiro lugar do grau de patologia e do tipo de carências das consciexes enfermas, informações que somente os amparadores detêm.

29. Finalidade. Qual a finalidade técnica da semipossessão benigna da consciex-enferma na conscin tenepessista?

R. A finalidade técnica de conduzir a consciex enferma até a psicosfera do(a) tenepessista é para que receba a pensenidade equilibrada do mesmo. A energia qualificada pelos pensamentos cosmoéticos e sentimentos fraternos provocam um impacto intraconsciencial no assistido podendo ampliar sua lucidez e a consequente tomada de decisão pró-evolução. Quanto mais intensa for a assimilação com a consciex assistida, maior poderá ser o efeito assistencial.

30. Futuro. Por que é indicado ao futuro tenepessista, ainda na pré-tenepes, somente exteriorizar energias em horários variados?

R. A indicação visa a profilaxia na assistência, evitando que se estabeleça campo energético propício ao atendimento de consciexes doentes, com o local e hora pré-estabelecidos sem que se tenha a infraestrutura extrafísica adequada, semelhante ao que ocorre nas atividades tenepessológicas.

31. Homossexualidade. Na Conscienciologia, há algum impedimento ao voluntariado, docência conscienciológica ou prática da tenepes para a conscin homossexual?

R. A Conscienciologia com abordagem multidimensional e multiexistencial estimula a vivência da cosmoética a partir de verdades relativas de ponta (neoverpons), sendo passível de autocomprovação a teoria de que a consciência é superior aos quesitos físicos e capaz de dominar o soma. A conscin que faz a opção pelo homossexualismo deve ter autoconsciência a respeito da própria trajetória autoevolutiva e avaliar a relação de custo-benefício de cada decisão tomada. É fundamental analisar com autocrítica os efeitos da sua decisão sobre suas energias e sua capacidade de autodefesa. E ao sinal de queda na autodefesa, deve rever a condição para se evitar acidentes de percurso.

32. Horário. O Manual da Tenepes orienta, primeiramente, que a prática deve ser feita todos os dias no mesmo horário. No entanto, o mesmo Manual diz também, para escolher apenas um período de três horas, para fazer a tenepes a qualquer momento dentro do período. Qual é o procedimento correto quanto à definição do horário da tenepes?

R. O procedimento correto é a pontualidade ou a exatidão de um único horário previamente definido e diariamente atendido, respeitando a duração de cinquenta minutos cada sessão. Hoje em dia, a orientação técnica de tenepessistas veteranos sugere reservar um período de três horas para a tenepes, sendo uma hora antes do início e uma hora depois do horário de término definido para a prática em si, visa a profilaxia dos acidentes de percurso e dos imprevistos comuns no dia a dia de qualquer pessoa. Assim, o(a) tenepessista tem o período de três horas para que, em caráter de exceção, quando necessário, possa deslocar a sessão da tenepes para antes ou depois do horário definido.

33. Hospedagem. Há alguma indicação quanto a hospedar ou não visitas no local onde é praticada a tenepes?

R. O ideal é preservar o local reservado à tenepes sem visitas ou outras finalidades. Entretanto, em condição de conduta-exceção não há contraindicação em hospedar visita no local onde se pratica a tenepes.

34. IC. É necessário estar colaborando em alguma instituição conscienciocêntrica (IC) para iniciar a tenepes?

R. Não é necessário ser voluntário da Conscienciologia. É válido lembrar que o conhecimento científico está à disposição de qualquer estudioso e sua prática é de inteira responsabilidade do livre arbítrio das pessoas.

35. Imobilidade. Qual o propósito da imobilidade física vígile qual a importância para a tenepes?

R. O propósito é ajudar a compreender e fazer uso adequado do corpo físico criando ambiente favorável para a expansão da consciência e da autopercepção holossomática. Na técnica, a pessoa tirar o foco de sua atenção da psicomotricidade e, pouco a pouco, com a repetição do experimento, passa a perceber com maior acuidade o energossoma, o mentalsoma e as manifestações extrafísicas. O autodomínio da psicomotricidade, portanto, facilita a passividade atenta e a semipossessão benigna. O objetivo é alcançado na plenitude quando o(a) experimentador(a) ausculta seus próprios pensamentos e passa a ter mais lucidez quanto à própria consciencialidade.

36. Impossibilidade. O que acontece quando o(a) tenepessista fica sem praticar a tenepes por impossibilidade momentânea, por exemplo, durante 2 meses? Como isso se dá no extrafísico? E o amparador, qual sua postura?

R. Quando o(a) tenepessista fica sem praticar a tenepes, independente do motivo, o amparador de função e equipe não realizam a assistência que seria de responsabilidade daquele(a) tenepessista ausente e as consciexes passam a ser encaminhadas a outras tenepes, quando possível. As consciexes amparadoras da tenepes sabem das dificuldades e indisponibilidades das conscins, e compreendem as eventuais limitações da vida nesta dimensão física temporária. Respeitam e aguardam uma nova oportunidade a ser dada pelo tenepessista.

37. Incoerência. Sincronicamente, me deparei com o conflito explícito entre dois colegas praticantes de tenepes que não se relacionam. É possível coexistir a tenepes com algum nível de inconvivialidade incoerente?

R. A tenepes tem base estabelecida na Cosmoética e na convivialidade sadia, anticonflitiva, entre conscins e consciexes. Se o conflito explícito se estabeleceu entre dois tenepessistas, devem tomar providências imediatas para solucioná-lo, mantendo o binômio admiração-discordância. Caso contrário, somente existe pseudotenepes. Também é válido refletir sobre a autorresponsabilidade da pessoa que, sincronicamente, se depara com tal incoerência de tenepessistas e de que forma atua em seu trabalho assistencial.

38. Mediação. Às vezes, quando recebo pedidos de tenepes para entregar a outro tenepessista, recebo, imediatamente, banhos de energia. O que pode estar ocorrendo de fato?

R. Nesse caso, você está inserido no processo de assistência fazendo a mediação entre conscins e consciexes. E o banho de energias chancela a presença de consciex, provavelmente, amparadora da tenepes de destino.

39. Mente. Existe alguma técnica que possa auxiliar o(a) tenepessista a calar sua mente que fala demais durante a tenepes?

R. O(a) tenepessista pode exteriorizar energias com todo o vigor de sua vontade e instalar o EV, pouco antes de iniciar a tenepes. Após acomodar o soma, aplicar a técnica da respiração rítmica: exercício com base em respiração mais lenta a fim de diminuir a atividade cerebral. Fora do horário da tenepes, a prática de exercícios físicos e o desenvolvimento da concentração mental também podem ajudar. Para o(a) tenepessista é fundamental saber silenciar a mente para fazer a triagem dos pensamentos, identificando quais informações são provenientes dos assistidos e as que são dos amparadores.

40. Ofiex. Quais são as diferenças básicas entre a tenepes e a ofiex?

R. As duas são técnicas assistenciais interdimensionais, mas diferentes no modus operandi e distintas na complexidade da dinâmica interassistencial. Durante a prática da tenepes, a conscin praticante permanece no físico, em estado de descoincidência do holossoma, exterioriza energias e, sob a orientação de amparador, assiste consciexes enfermas. Na ofiex, o(a) tenepessista veterano(a), na condição de epicon intrafísico, representante de tal oficina, trabalha no extrafísico realizando a heteroassistência diária, avançada e mais evoluída. A ofiex é a equivalência extrafísica da base humana da conscin ofiexista.

41. Percepção. É possível a assistência e o amparo ocorrerem a favor das consciexes e do(a) tenepessista sem que o(a) praticante perceba?

R. Sim, tal ocorrência é perfeitamente viável. Até mesmo na assistência em que o(a) tenepessista perceba a atuação de consciexes amparadoras e reconheça a assistência recebida, há limitações na amplitude da percepção extrafísica.

42. Pedido. Com quanto tempo de prática de tenepes pode o(a) tenepessista iniciar o recebimento de pedidos escritos para assistência?

R. Dependendo do nível de autoconfiança do tenepessista, assim que iniciar a tenepes poderá receber e ler os pedidos de assistência durante a tenepes. Contudo, se preferir, poderá aceitar os pedidos de assistência a partir dos seis primeiros meses de tenepes quando então terá superado o estágio inicial (VIEIRA, 1995, p. 61).

43. Período. Poderia praticar a tenepes por período maior que uma hora?

R. A orientação da técnica é para realizar diariamente no período de cinquenta minutos. Em caráter de exceção, dependendo do trabalho assistencial, é possível realizar por período maior que uma hora. O(a) praticante pode ser inspirado a realizar a tenepes mais de uma vez ao dia, também em regime de exceção, até que se estabeleça a tenepes 24 horas.

44. Plantão. Como pode o profissional de saúde, que trabalha no sistema de plantões, se preparar para iniciar a prática da tenepes?

R. Há algumas providências a serem tomadas pela conscin tenepessável, pessoa interessada em se preparar para a tenepes:

a. Ler o livro Manual da Tenepes e, pouco a pouco, seguir as orientações básicas e inevitáveis;

b. Criar o hábito de movimentar as energias ampliando a percepção do próprio energossoma;

c. Promover reciclagens intraconscienciais;

d. Organizar o cotidiano para que, aos poucos, possa inserir a tenepes na agenda pessoal.

45. Policial. Qual a orientação conscienciológica para a tenepes em relação a um policial que anda armado e faz plantões de 24 horas na delegacia?

R. A orientação tem cunho assistencial e não impositivo: organizar a própria vida para realizar outra atividade profissional compatível com a assistencialidade da tenepes. E, caso a pessoa esteja em processo de recomposição grupocármica com o emprego, pode esperar a aposentadoria e iniciar a tenepes. De acordo com Vieira (1995, p. 53), a prática diária da tenepes implica na renovação íntima inevitável da conscin. Torna-se incompatível ao praticante da tenepes, ter e usar porte de arma, uma evocação da imatura beligerância humana.

46. Poltrona. O Manual da Tenepes orienta realizar a prática energética estando o(a) tenepessista acomodado(a) no leito. Pode-se fazer em poltrona do tipo do “papai”, permanecendo, meio deitado, meio sentado? Qual seria a melhor posição na tenepes para os amparadores?

R. A melhor posição para a tenepes é acomodar o soma de maneira a permanecer durante todo o tempo relaxado, sem se movimentar, em decúbito dorsal, com a circulação sanguínea liberada, sem roupas apertando o abdome, virilhas ou qualquer outra parte do corpo. Também é importante apoiar os braços na altura adequada para não sobrecarregar os ombros e pernas esticadas sem deixar os pés pendurados, evitando a dormência nos membros. Também é importante apoiar a cabeça na altura correta para que o pescoço e a musculatura do crânio possam relaxar sem pender a cabeça para frente ou para os lados.

47. Posição. Nos momentos fora do horário da tenepes, nos quais o(a) tenepessista esteja disponível, seria possível aos amparadores aproveitarem e realizar outra sessão?

R. Sim. A conscin tenepessista atento(a) às sinaléticas pessoais e autopesquisa é perceptível a atuação da consciex amparadora de função da tenepes aproveitar momentos de relaxamento e disponibilidade do praticante para realizarem a interassistência, preparando para a tenepes 24 horas.

48. Pressão. Pode ocorrer de o(a) tenepessista sentir a necessidade de exteriorizar energias várias vezes ao dia percebendo pressão extrafísica?

R. Sim. É comum à conscin tenepessista veterano(a) a vivência de tal necessidade em função da interassistência e o desenvolvimento da condição de isca lúcida. O ideal é a movimentação de energias ao modo da técnica do estado vibracional em conjunto com as exteriorizações vigorosas de energias. Dessa maneira, pouco a pouco, pode ser instalada a tenepes 24 horas.

49. Prudência. Qual a orientação para o(a) tenepessista que não percebe o amparo e acha que a tenepes não está ocorrendo? Seria conveniente interromper a prática para autoavaliação ou o mais prudente é dar continuidade até se desenvolver?

R. O fato de o(a) tenepessista não perceber o amparo e nem as ocorrências de assistência não justifica a interrupção da tenepes. O mais adequado é o investimento na autopesquisa, priorizando o desenvolvimento da sinalética energo-parapsíquica e promover as reciclagens intraconscienciais necessárias com autocrítica. Assim, é possível a expansão da autopercepção multidimensional.

50. Resultados. Como saber se mudou alguma coisa nos assistidos depois da energização na tenepes?

R. A fim de constatar o resultado da assistência realizada é conveniente atender ao princípio da descrença. Não acreditar em nada que se diz, nem mesmo no que está lendo aqui e agora, experimente, tenha suas próprias experiências. Assim, o(a) tenepessista, enquanto pesquisador(a) de si mesmo, deve criar condições de realizar seus experimentos. Por exemplo, energize a si mesmo, exteriorize suas energias diretamente a conscins próximas com necessidade de assistência e estude os resultados.

Se registrar algum benefício após sua exteriorização, estará convicto que sua energia poderá ajudar consciexes carentes.

51. Retomada. Para a pessoa que parou de fazer tenepes, quais as orientações para retomar a prática?

R. Deve-se avaliar os reais motivos que levaram o(a) tenepessista a suspender a tarefa e somente retomar a prática depois da autossuperação de tais motivos. A reciclagem intraconsciencial e reciclagem existencial, através da teática da Conscienciometria e da Consciencioterapia, podem ser de grande valia nesse processo.

52. Semipossessão. Qual a melhor atitude mental para se predispor à semipossessão benigna? Seria a técnica da tábula rasa?

R. A melhor postura mental para se predispor à semipossessão benigna é a anticonflitividade. Mente silenciosa, harmonizada e atenta, percebendo as orientações e sugestões das consciexes amparadoras.

53. Semipossessão benigna. Como se dá a vivência do fenômeno da semipossessão benigna na tenepes?

R. Após a movimentação das energias e a instalação do EV, estabelecer o relaxamento físico e mental é a postura holossomática mais favorável. A semipossessão benigna ocorre por meio do acoplamento das energias do(a) amparador(a) com o energossoma da conscin tenepessista, resultando em campo favorável para que a consciex assuma

o comando do soma cedido pela impulsão da vontade. Quanto mais silenciosa estiver a mente do tenepessista maior será a possibilidade de perceber os sinais da presença de outra consciência. Nesse ambiente, o padrão de energias e a pensenidade da consciex amparadora da tenepes evidenciam sua individualidade consciencial, possível de ser percebida pela conscin paraperceptiva.

54. Seriedade. Dentre os pré-requisitos para a conscin tenepessável iniciar a tenepes, qual ou quais os mais sérios a fim de poder começar a prática?

R. Todos os pré-requisitos para a conscin tenepessável têm importância para o sucesso dos trabalhos assistenciais. A auto-organização holossomática e o domínio básico da movimentação lúcida de energias visando instalar o EV são os prioritários.

55. Sexo. Seria conveniente fazer a tenepes imediatamente após a sessão sexual diária, em virtude do relaxamento psicofísico e maior equilíbrio das energias? Ou há alguma contraindicação?

R. Há contraindicação em fazer a tenepes imediatamente após a sessão sexual diária em razão dos preparativos assistenciais do(a) praticante por parte dos amparadores. Imediatamente após a tenepes, estando o(a) praticante dispensado(a) do compromisso diário, não há impeditivos à realização da prática sexual (VIEIRA, 1995, p. 38).

56. Sexo diário. A pessoa que está motivada, preparada para começar a tenepes, e dentre os pré-requisitos do Manual da Tenepes apenas o sexo diário não é atendido, deve se comprometer com a tenepes sem esse requisito?

R. A indicação do sexo diário é a condição ideal na tenepes e visa a profilaxia da carência afetivo-sexual e o equilíbrio energossomático do tenepessista. Entretanto, isso dependerá do gabarito energético e consciencial da pessoa. O melhor é analisar a relevância desse quesito para você, de acordo com o seu temperamento, fisiologia e as possíveis consequências em função do não atendimento. Dependendo do caso, essa pode ser uma reciclagem de grande relevância.

57. Sinais. Quais são os sinais indicadores da realização da tenepes? Poderia citar 2 exemplos?

R. São inúmeros os sinais indicadores da realização da tenepes, perceptíveis apenas pelo praticante autopesquisador. A qualificação da intraconsciencialidade do(a) tenepessista com resultado evidente para si e para as pessoas que convivem com ele e o desenvolvimento dos sinais energo-parapsíquicos em constante expansão na formação da sinalética são resultados evidentes da tenepes.

58. Sinalética. Quando muda o amparador da tenepes a sinalética energética parapsíquica também muda?

R. A sinalética não muda, mas se amplia. A sinalética está constantemente em desenvolvimento, expandindo a cada episódio parapsíquico e energético. E, devido à característica individualíssima, há também a possibilidade de ativação de uma nova sinalética específica, indicando a presença de determinada consciex.

59. Sono. Se ocorrer ao tenepessista entrar em sono profundo logo no início da tenepes, ainda no exercício de relaxamento, e despertar no final do horário da tenepes, cerca de 45 a 50 minutos depois, estando bem disposto, mas sem se lembrar de nenhuma ocorrência nesse período, pode tal vivência ser considerada natural ou deve ser evitada?

R. Se o sono ocorrer em caráter de conduta-exceção pode ser considerado natural, em função, talvez, da assistência específica ou, até mesmo, da necessidade de tranquilizar o assistente. Contudo, se a ocorrência do sono tiver caráter de conduta-padrão, ocorrendo constantemente, é indicado ao tarefeiro(a) rever todos os procedimentos para a aplicação da técnica, verificando possíveis equívocos a serem superados.

60. Tares. O passe, uma forma de transferência energética utilizada para assistência nos Centros Espíritas, é considerado tacon. Por que a transferência energética na tenepes é considerada tares?

R. A tenepes é considerada tarefa assistencial do esclarecimento porque a conscin tenepessista, quando projeta seu energossoma potencializando o campo energético em conjunto com os amparadores e a favor dos assistidos, cede também sua cognição. O paracérebro do assistente atua diretamente no paracérebro das consciexes assistidas com informações esclarecedoras sobre a patologia específica. Outra abordagem a ser considerada é que o amparador faz a tares, críticas e orientações recinológicas ao próprio tenepessista a fim de qualificar a assistência pelo exemplarismo.

61. Técnica. Durante a tenepes, posso fazer o estado vibracional (EV)?

R. Não há contraindicação em fazer o EV durante a tenepes. Contudo, vale estar permanentemente conectado com amparo de função visando atender sugestões específicas da assistência que estiver sendo realizada no momento. A coenergização cadenciada e o entrosamento técnico, intencional, lúcido, da exteriorização de energias conscienciais da conscin assistente com o fluxo ritmado da exteriorização energética da consciex amparadora funcional potencializam o campo assistencial, qualificando o resultado do trabalho.

62. Tela mental. Quando aparecem na tela mental do(a) tenepessista imagens de pessoas feridas, significa que tais imagens vêm da imaginação do(a) tenepessista ou são consciências sendo atendidas?

R. As duas hipóteses devem ser consideradas. Caso o(a) tenepessista tenha o hábito da higiene mental sem se permitir a imaginação patológica a hipótese do fenômeno da clarividência é mais provável. Nesse caso, pode-se dizer que o episódio diz respeito ao holopensene do campo assistencial da tenepes em função de possível grupo de consciexes assistidas em determinado momento.

63. Tenepessarium. É possível usar o Tenepessarium, quarto exclusivo da tenepes, para os escritos pessoais ou local de leitura e estudo da Conscienciologia? Para qual outra utilidade poderia usar o quarto sem prejudicar a interação com os amparadores?

R. O ideal é manter o Tenepessarium exclusivamente para atividades assistenciais da tenepes. Entretanto, outras atividades, por exemplo, exteriorizações de energias fora do horário da tenepes, anotações referentes às vivências parapsíquicas, finalização de assistência iniciada fora de casa e momentos de autorreflexão do tenepessista também seriam indicadas.

64. Tertúlias. Criei o hábito de ouvir as tertúlias conscienciológicas durante a tenepes. Não percebi nada que pudesse desaprovar minha atitude, pelo contrário, senti que estava acrescentando informação de alto nível à minha passividade ativa. Qual seria a orientação? Estaria atrapalhando o trabalho dos amparadores?

R. A orientação é você ouvir e estudar tertúlias conscienciológicas em seu horário de estudo que, como sugestão, pode ser antes do horário da tenepes, preparando-se para a assistência e, na tenepes, realizar de modo concentrado as exteriorizações energéticas, serviço assistencial de acordo com o Manual da Tenepes. O ideal é formar o campo energético-consciencioterápico a partir da instalação do EV pela impulsão de sua vontade e a emanação de ortopensenes, buscando assim, interagir com consciexes amparadoras e as assistidas.

65. Trancamento. É necessário trancar a porta do cômodo onde se realiza a tenepes?

R. O ideal é a conscin trancar a porta do cômodo onde se realiza a tenepes. Em função dos processos parapsíquicos avançados, intercâmbios conscienciais, fenômeno da possessão benigna é conveniente ao tenepessista estar em lugar seguro de possíveis interferências. A interrupção abrupta pode provocar repercussões negativas no holossoma do(a) tenepessista.

66. Triagem. Existe algum controle ou certa triagem no sentido de permissão para as consciexes enfermas adentrarem no campo assistencial da tenepes?

R. Sim, as consciexes amparadoras técnicas da tenepes trabalham em conjunto com evoluciólogos, organizando e administrando o serviço de assistência do(a) tenepessista. Conhecem a necessidade das consciexes enfermas e respeitam os limites da conscin tenepessista.

67. Várias. Seria correto colocar em várias tenepes o pedido de assistência?

R. Sim, tal condição não estabelece conflito diante do maximecanismo multidimensional interassistencial e não havendo contraindicação é perfeitamente correto.

68. Viagens. Em função de viagens, o praticante pode praticar a tenepes na casa de parentes ou em hotéis? Se precisar, pode mudar o horário?

R. Sim, é possível praticar na casa de parentes ou em hotéis desde que o local não seja antagônico ou hostil à tenepes. Tal situação exigirá do tarefeiro mais atenção e lucidez para evitar possíveis alterações no ritmo e organização do ambiente alheio. Sempre que precisar, pode mudar o horário. A condição ideal é estabelecer tais ajustes em conjunto com a consciex amparadora da tenepes.

Referências:

  1. Vieira, Waldo; Manual da Tenepes: Tarefa Energética Pessoal; 138 p.; Instituto Inter­nacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1995; páginas 38, 53, 61, 62 e 63.
  2. Thomas, Marina; Pitaguari, Antônio (orgs); Tenepes: teoria e prática da interassistência consciencial avançada; 659 p.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014.